quarta-feira, 30 de abril de 2014

Artes

Teatro na Escola


O teatro confunde-se com a história do homem, com a sua necessidade de estar sempre em comunicação. Ele tem em sua forma a função de demonstrar cultura e conhecimento.
Tudo começa com a fase do ‘faz de conta’ na infância, tudo isso se tem origem no ato de brincar, no ato da criança imitar aquilo que vê, e a escola tem um papel importante na colaboração do desenvolvimento da criança nesse aspecto.
A escola que faz do teatro parte de suas atividades ajuda seus alunos a construírem conhecimento cultural, por meio de discursos pela linguagem teatral, com isso ocorre à motivação de uma aprendizagem prazerosa.
Com a ajuda do teatro o professor começa a perceber traços da personalidade de cada aluno, do seu comportamento em grupo e individual, através disso o professor tem um direcionamento melhor de como aplicar seu trabalho pedagógico.
O teatro quando é direcionado as crianças deve estar relacionado obrigatoriamente com varias áreas como a psicologia e a musica e não apenas ligado a Artes.
O teatro na escola também ajuda as crianças a se relacionarem melhor com os colegas e demais pessoas do ambiente escolar, a construírem seus conhecimentos e descobrir seus espaços, através das brincadeiras se tornam ais responsáveis e participativos no ambiente escolar e pessoal, formando pessoas criticas que valorizam experiências e que saibam lidar e entender as diferenças.


10 motivos para crianças fazerem teatro na escola

1 - Aumenta sua auto-estima
2 - Melhora a sua timidez
3 - Relaciona-se com os outros
4 - Conhece mais a si próprio
5 - Desenvolve coordenação motora e consciência corporal
6- Trabalhar melhor em grupo
7 - Desenvolve a memória e o raciocínio
8 - Expande o repertório cultural
9 - Melhora o desempenho escolar
10 - Propicia o fazer poético


Como fazer uma peça de teatro pra escola
Aqui vai uma sugestão para orientar este tipo de trabalho.

1) HISTÓRIA
Em primeiro lugar, o grupo precisa conversar para decidir qual será a história da peça. Existem várias possibilidades: pode ser baseada num livro ou filme, numa história real que se encaixe no tema proposto, ou até numa mistura destas coisas.

2) PERSONAGENS
Depois de definir a história, (começo, meio e fim), hora de criar os personagens de acordo com o número de pessoas. É muito simples. Geralmente existem os papéis principais (para os mais desinibidos, que falam melhor etc) e os papéis secundários. Dá para criar muitos personagens em torno do tema principal (um vendedor de rua, uma vovó tricotando na sala, duas crianças jogando bola etc)
Quem não quiser entrar em cena pode ficar nos bastidores, cuidando do som, do cenário, coisas assim.

3) NO PAPEL
Sabendo a história e personagens, escolham as pessoas do grupo que têm mais facilidade e habilidade para escrever. Elas vão colocar as ideias no papel. Começa a surgir o texto da peça.

4) A PEÇA
Este texto vai orientar todo mundo: atores, criadores dos cenários, figurinos, sonoplastas (que cuidam dos sons e músicas), iluminadores...
No próximo post, vou dar um exemplo de um texto assim.
Mas aqui vai uma receita do modo de fazer: imagine algo acontecendo de verdade. Feche os olhos e pense em todos os detalhes. Você precisa descrever isto para que alguém veja exatamente o mesmo que você. Não bastam os diálogos. Precisa mostrar que cara os atores fazem, os sons externos etc.

5) CÓPIAS PARA TODOS
Depois de pronta a peça, cada membro do grupo recebe uma cópia completa.
Cada um vai destacar a sua parte (com caneta marca texto, por exemplo, ou lápis de cor)

6) LEITURA DA PEÇA
Cada um com sua cópia, reunião para leitura da peça. Cada personagem fala seus diálogos na ordem certa, como se estivessem em cena.
Nesta hora, todo mundo pode sugerir alguma mudança, uma ideia de piadinha, de roupa ou música. Pra não gastar muito papel, todos anotam as mudanças ali mesmo, se possível. Ou é feita uma nova versão, de novo com cópias para todos.

7) ENSAIOS
Hora de ensaiar a peça. Os atores decoram suas falas, mas não palavra por palavra. O importante é saber o conteúdo da fala pra não parecer tão decorado, sem expressão.
Daí o grupo marca ensaios, enquanto são feitos os cenários e roupas, por exemplo.





Imagens:
Http://www.diariodovale.uol.com.br
Http://www.teatroparabebesbrasil.com.br
Http://www.panoramio.com.br
Http://fundathos.org.br

Referências:
Http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_na_escola

Http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/10-motivos-seu-filho-fazer-teatro-635435.shtml

Colaboração da Aluna Andresa Aparecida da Silva

Feira de Ciências

A feira de Ciências é um evento anual que visa incentivar a produção científica nas escolas, oportunizando a apresentação de pesquisas através de projetos e experimentos, além de auxiliar na divulgação da Ciência.


Objetivos:

  • Promover o desenvolvimento da criatividade e da capacidade inventiva e investigativa nos estudantes, para despertar vocações e incentivar a pesquisa nas escolas;
  • Incentivar o desenvolvimento do conhecimento científico, a partir da oportunidade de intercâmbio entre professores, os estudantes-pesquisadores e os visitantes da Feira de Ciências.
  • Estimular o planejamento e a execução de projetos por estudantes e professores, incentivando o desenvolvimento da produção científica juvenil;
  • Divulgar o avanço científico-tecnológico educacional alcançado pelas Escolas no que se refere às habilidades e atitudes investigadoras;
  • Valorizar os aspectos qualitativos da produção científica, visando diminuir a competitividade presente nas Feiras de Ciências;
  • Fortalecer os vínculos entre a Universidade, a Escola e comunidade, por meio da produção científica de estudantes .
A curiosidade faz parte da infância, bem como o gosto pela invenção e exploração ativa. Crianças são cientistas em potencial. Estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental podem desfrutar da Feira de Ciências e criar projetos interessantes de química, física, biologia, ciências, matemática, motivados por seus professores. E melhor, eles podem aprender ciências brincando e se divertindo.

Educando para criatividade o professor pode estimular os estudantes para a investigação e descoberta. Para tanto, não há necessidade de um laboratório na escola, o próprio espaço escolar é um ambiente propicio para um programa de iniciação científica. O fundamental estimular a observação e a problematização de questões do quotidiano, tais como: Quais são os animais que encontramos no pátio da escola? O que flutua ou afunda? Por que as plantas são verdes? Existem plantas carnívoras?








Imagens:
http://portal.guaruja.sp.gov.br/2011/10/feira-de-ciencias-e-tecnologia-continua-nas-escolas-municipais/

Referências:
http://vivendocomciencia.blogspot.com.br/2013/09/feira-de-ciencias-para-criancas.html
http://biosephora.blogspot.com.br/2010/06/projeto-laboratorio-de-ciencias-i-feira.html


Colaboração da Aluna Thamara Correa Rocha de Sousa



Sarau


Um sarau é um evento cultural ou musical onde as pessoas se encontram para se expressarem ou manifestarem-se artisticamente, ele pode envolver todas as artes: dança, poesia, leitura de livros, música, pintura e teatro. Evento bastante comum no século XIX que vem sendo redescoberto por seu caráter de inovação, descontração e satisfação. Consiste em uma reunião festiva que ocorre à tarde ou no início da noite, apresentando concertos musicais, serestas, cantos e apresentações solo ou em grupo, demonstrações, interpretações ou performances artísticas, literárias e também outras formas de expressões culturais.



Conheça o Sarau dos Mesquiteiros, organizado mensalmente por professores e alunos da E.E Jornalista Francisco Mesquita, na zona leste de São Paulo, e entenda como é organizado um Sarau.







Imagem:
http://www.lages.sc.gov.br/site_novo/noticias.php?id_noticia=3270
Referências: Revista Nova escola - http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/video-como-organizar-sarau-581365.shtml

Colaboração da Aluna Vania Maria de Carvalho Cavalcanti




Filme

Rio 2

Hoje a sugestão de filme é o Rio 2. É um filme de animação americano de 2014, produzido pela Blue Sky Studios e dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha. 






É a sequência do filme de animação por computador, lançado em 2011, Rio.O título refere-se à cidade de Rio de Janeiro, onde o primeiro filme é ambientado. Blu, Jade e seus três filhotes, Carla, Bia e Tiago, levam uma vida domesticada feliz no Rio de Janeiro. Mas Jade começa a temer que as crianças não saibam viver como pássaros de verdade, então a família embarca em uma aventura na Floresta Amazônica, onde eles encontram uma mistura variada de personagens nascidos na Selva. Após a chegada, a família se depara com o pai de Jade há muito tempo perdido. 




 Enquanto Blu tenta se adaptar com os novos vizinhos, ele se preocupa em perder Jade e as crianças para o mundo selvagem, mas as coisas pioram quando eles percebem que o seu habitat amazônico está sob ameaça quando Nigel, o velho inimigo de Blu e Jade, está de volta para se vingar. Blu, Jade e todos os seus amigos irão levar o público a mais risos, a novos personagens engraçados, música, e mais ação, à medida que descobrimos que Blu é capaz de tudo para salvar a sua família.





Trailer do filme Rio 2



Vale a pena ver com as crianças.

Referências:
http://www.rio-ofilme.com.br/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_2
Vídeo:  https://img2.blogblog.com/img/video_object.png
Imagens: https://luciointhesky.wordpress.com/2014/04/25/rio-2-2014/


Colaboração da aluna Cristiane Pereira Sales

Projeto

Projeto Salada Mista



Público Alvo: Ensino Fundamental - 1ª Série
Tema: Frutas
Justificativa/ Ações: Ter uma vida saudável a cada dia que passa está sendo mais difícil. Produtos alimentícios industrializados são comercializados em grande quantidade, pregando a facilidade de uma vida prática e saudável. Por meio dessa falsa ideia de se viver com saúde, as crianças cada vez mais têm uma alimentação nada nutritiva do tipo salgadinhos, doces, bolachas, refrigerantes, entre outros. Uma alimentação equilibrada e adequada fornece à criança suporte para um bom crescimento e desenvolvimento. Atitudes conscientes de pais e professores diminuem a chance da criança desenvolver distúrbios alimentares com riscos nutricionais, como a desnutrição, baixa estrutura para a idade e obesidade.
A infância é a fase de formação dos hábitos alimentares, é quando as crianças se acostumam a consumir diversos tipos de alimentos e definem de quais de quais deles elas mais gostam ou não. É nesta época também que a criança começa a ser mais independente e a comer sozinha. Por ser uma fase de desenvolvimento, pais e professores têm grandes responsabilidades e devem guiar seus caminhos criando um ambiente para que a criança sinta prazer em consumir alimentos saudáveis.
Objetivos Gerais: Adotar hábitos de uma alimentação saudável através do consumo de frutas no dia-a-dia. Compreender a importância das frutas de uma maneira atraente, lúdica e educativa. Elaborar uma salada de frutas.
Objetivos Específicos: 
-Desenvolver hábitos saudáveis;
-Memorizar o nome das frutas;
-Identificar cores, texturas, formas e quantidades;
-Ampliar o vocabulário;
-Ler e escrever o nome das frutas;
-Identificar semelhanças e diferenças entre as frutas;
-Desenvolver a criatividade através de desenhos;
Cronograma: 1 semana, todos os dias.
Desenvolvimento/ Ações:
1ª Atividade:
Serão apresentadas aos alunos diversas imagens de frutas e obras do pintor Archiboldo Giuseppe, que utilizava frutas na construção de suas obras. Através destes, cada um terá que mostrar sua preferência, e quais costumam consumir diariamente, colaborando assim para a confecção de 2 tipos de gráficos, um com a preferência de cada aluno, e o outro com a resposta das seguintes perguntas:
- Na sua casa costuma-se comer frutas?
- Se alguém da turma não come frutas, contarem qual o motivo.
- Por que é importante comermos frutas?
2ª Atividade:
Será feita a leitura da história " A Largatinha Comilona", que adora frutas, e a cada dia da semana ela come uma fruta diferente. Após a leitura, serão distribuídas folhas de sulfite para que as crianças ilustrem o que entenderam da história.
3ª Atividade:
Com as letras do alfabeto dentro de um saquinho, os alunos farão sorteios, assim, cada letra que sair às crianças deverão dizer nomes de frutas que comecem com a mesma. Também faremos relação das frutas com o nome de cada aluno. Os alunos farão uma lista em seu caderno das frutas e dos nomes mencionados em sala de aula.
4ª Atividade:
Faremos um jogo da memória de frutas com recortes de frutas iguais, que as crianças pesquisarão e irão trazer para a sala de aula. Iremos colar as imagens trazidas por eles em papelões para que fiquem firmes e, depois faremos os recortes. Depois de prontos, irão brincar uns com os outros.
5ª Atividade:
Nesta última atividade faremos uma visita à feira livre, incentivando a criança a ter um contato mais próximo das frutas que vimos no decorrer da semana. Após a visita, e já com as frutas arrecadadas na feira, faremos uma salada de frutas, de acordo com a preferência dos alunos. Cuidados importantes como a higiene no preparo da receita, a necessidade de organização e o respeito no momento de servirem-se, serão destacados ao longo da atividade. O objetivo principal é demonstrar aos alunos a elaboração da salada, proporcionando e dando a oportunidade para que eles mesmos realizem a confecção da salada e de se servirem, considerando os combinados previamente estabelecidos por nós professores.
Avaliação:
No decorrer das atividades serão observados se os alunos conseguiram identificar o nome das frutas, se foi registrado em seu caderno de forma correta os nomes, a colaboração, o respeito com os colegas e os combinados. Assim, serão registrados toda a observação no relatório do professor.










Imagens dos sites:
http://www.portaldoprefessor.mec.com.br
http://www.cursouniversitario.com.br
http://www.colegioinovacao.com.br

Referência:
http://www.gulosoesaudavel.com.br/2013/09/26/importancia-fruta-alimentacao/
http://www.portaldoprofessor.mec.com.br

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Mensagens

Aos Educadores


O ilustre escritor brasileiro Augusto Cury enumera em seu livro intitulado “Pais Brilhantes, Professores Fascinantes”, o que ele considera os sete pecados capitais dos educadores.

O primeiro deles é corrigir o educando publicamente. Um educador jamais deveria expor o defeito de uma pessoa, por pior que ela seja, diante dos outros. Um educador deve valorizar mais a pessoa que erra do que o erro da pessoa.

O segundo é expressar autoridade com agressividade. Os educadores que impõem sua autoridade são aqueles que têm receio das suas próprias fragilidades. Para que se tenha êxito na educação, é preciso considerar que o diálogo é uma ferramenta educacional insubstituível.

O terceiro é ser excessivamente crítico: obstruir a infância da criança. Os fracos condenam, os fortes compreendem, os fracos julgam, os fortes perdoam. Os fracos impõem suas idéias à força, os fortes as expõem com afeto e segurança.

O quarto é punir quando estiver irado e colocar limites sem dar explicações. A maturidade de uma pessoa é revelada pela forma inteligente com que ela corrige alguém. Jamais coloque limites sem dar explicações. Para educar, use primeiro o silêncio e depois as idéias. Elogie o educando antes de corrigi-lo ou criticá-lo. Diga o quanto ele é importante, antes de apontar-lhe o defeito. Ele acolherá melhor suas observações e o amará para sempre.

Quinto: ser impaciente e desistir de educar. É preciso compreender que por trás de cada educando arredio, de cada jovem agressivo, há uma criança que precisa de afeto. Todos queremos educar jovens dóceis, mas são os que nos frustram que testam nossa qualidade de educadores. São os filhos complicados que testam a grandeza do nosso amor.

O sexto, é não cumprir com a palavra. As relações sociais são um contrato assinado no palco da vida. Não o quebre. Não dissimule suas reações. Seja honesto com os educandos. Cumpra o que prometer. A confiança é um edifício difícil de ser construído, fácil de ser demolido e muito difícil de ser reconstruído.

Sétimo: destruir a esperança e os sonhos. A maior falha que os educadores podem cometer é destruir a esperança e os sonhos dos jovens. Sem esperança não há estradas, sem sonhos não há motivação para caminhar. O mundo pode desabar sobre uma pessoa, ela pode ter perdido tudo na vida, mas, se tem esperança e sonhos, ela tem brilho nos olhos e alegria na alma.


Autor:Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury, ed. Sextante.

Entrevistas

A escola ideal e o papel do professor



Neste vídeo, o educador e escritor Rubem Alves, com o seu jeito poético de enxergar a educação, fala sobre a escola ideal e o papel do professor. Para Alves, o objetivo da escola não é ensinar coisas,mas sim, ensinar a pensar, ou melhor, despertar na criança a curiosidade de aprender. Assim, a situação ideal de ensino é quando o professor ensinar e a criança cria o gosto pela leitura. Diante dessa perspectiva, a missão da escola é despertar nos alunos o espanto e o desejo em aprender. Como forma de reforçar essa ideia, Rubem conta a história da filha de sua empregada, que por horas ficou só olhando para o objeto que ele segurava a ponto de perguntar que objeto era aquele. E o escritor explicou que era uma trena. A conversa entre os dois rendeu a tal ponto que Rubem Alves acabou explicando o sistema decimal através do uso da trena. Esse caso mostra que a partir da curiosidade da menina, o professor pode explicar um assunto de matemática. Nesse sentido, o educador deve ensinar elementos essenciais para os estudantes, ou seja, uma educação relacionada com o cotidiano do aprendiz.
No segundo episódio do vídeo, Rubem Alves fala sobre o conceito da educação brasileira, a qual é regida pelos vestibulares. Essa afirmação pode ser comprovada por meio das inúmeras questões de provas do ITA, Unicamp presentes nos livros didáticos. Desse modo, a filosofia de ensino voltada para os vestibulares só estimula a memorização dos conteúdos por parte dos estudantes. No entanto, a ideia de processo seletivo deveria ser para exercitar a capacidade de pensar dos alunos.
Portanto, a transformação do ensino no Brasil perpassa pelos sentimentos e pensamento dos professores. Eles devem construir o conhecimento juntamente com os alunos.
Vale a pena conferir.

Veja vídeos de Rubem Alves e outros educadores na íntegra em: https://www.youtube.com

Reportagens

Professor defende questão com a 'grande pensadora' Valesca Popozuda


Docente diz que usou pergunta da prova para chamar a atenção da imprensa




Uma prova de filosofia do Centro de Ensino Médio 3 de Taguatinga, no Distrito Federal, rodou a internet na noite do dia 08 de Abril de 2014. No teste, o professor Antônio Kubitschek questiona os alunos sobre o que diz a "grande pensadora contemporânea" Valesca Popozuda em sua música "Beijinho no Ombro", hit de funk lançando há três meses.

Na prova de múltiplas escolhas, os alunos deveriam completar o trecho da música que diz "se bater de frente..." com as seguintes opções: A) "É só tiro, porrada e bomba"; B) "É só beijinho no ombro"; C) "É recalque" ou D)"É vida longa". Para aqueles que não conhecem o funk, a resposta é a letra A.

Segundo  Kubitschek, responsável pela prova, a pergunta foi colocada no contexto de um debate em sala de aula sobre a formação moral da sociedade e sobre a construção de valores. "Discutimos em sala que a escola só aparece na mídia em contextos ruins. Há 20 dias fizemos uma exposição de fotos e nenhum veículo de comunicação deu atenção. Eu decidi colocar uma questão como essa na prova esperando a repercussão nas redes sociais e na imprensa", afirmou em entrevista à rádio CBN.

Ainda segundo o docente, o uso do termo "grande pensadora" não foi colocado entre aspas na prova porque ele acredita que a funkeira tem influência sobre a sociedade. "Por que não posso chamar a Valesca de pensadora? Qualquer pessoa que consiga construir um conceito é um filósofo. A todo momento em que você abre sites e revistas de fofocas, aparece que fulano 'deu beijinho no ombro'. Ela acabou criando um conceito. Se ela influencia a sociedade com o que ela pensa, eu a considero sim uma pensadora".

Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/professor-sai-em-defesa-de-valesca-popuzuda-eu-a-considero-uma-pensadora

Colaboração da aluna Cristiane Pereira Sales

Aula-Fora





Aula Fora ou Estudo do Meio pode ser compreendido como um método de ensino interdisciplinar que visa proporcionar para alunos e professores o contato direto com determinada realidade, um meio qualquer, rural ou urbano, que se decida estudar. Esta atividade pedagógica se concretiza pela imersão orientada na complexidade de um determinado espaço geográfico, do estabelecimento de um diálogo inteligente com o mundo, com o intuito de verificar e de produzir novos conhecimentos. Entende-se, e este é o objetivo deste trabalho, que a realização dos Estudos do Meio, em todos os níveis de ensino, mas particularmente na educação básica, pode tornar mais significativo o processo ensino-aprendizagem e proporcionar aos seus atores o desenvolvimento de um olhar crítico e investigativo sobre a aparente naturalidade do viver social. Trata-se de verificar a pertinência e a relevância dos diversos conhecimentos selecionados para serem ensinados no currículo escolar e, ao mesmo tempo, lançar-se à possibilidade da produção de novos conhecimentos, a elaboração contínua do currículo escolar. Ancoradas em reflexões teóricas e em experiências recentes, na condição de participantes e na condição de organizadores e coordenadores dessas atividades, tenciona-se contribuir para a melhoria da formação do professor e, mais amplamente, para a melhoria da educação em nosso país no presente momento histórico. 


Para um bom desenvolvimento é importante que tenha um planejamento dividido em :
Planejamento – A atividade de ser discutida e organizada previamente pelo professor com os alunos, de forma que todos os procedimentos sejam esclarecidos.
Execução – É quando ocorrem as visitas e entrevistas programadas, pesquisando, observando, perguntando e coletando dados para o estudo.
Desenvolvimento e apresentação de resultados – Nesse momento, os alunos organizam, sistematizam e interpretam os dados coletados, propondo conclusões que devem ser analisadas e discutidas em grupo e com o professor.

Avaliação – Deve ser feita conjuntamente entre os alunos e o professor, para averiguar se os objetivos da atividade foram atingidos, quais habilidades e competências foram desenvolvidas, enfim a participação e atitude de todo o grupo durante o desenvolvimento da atividade.

Referências: – Anterita, Cristina de Souza Godoy. Editora Alínea




Aula de Ecologia: Alunos visitam Parque Ecológico de Maracajá

Os alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental I do Colégio Futurão vivenciaram momentos de muita interação e contato com a natureza. Uma verdadeira aula de ecologia na prática. Assim pode ser descrita a visita dos estudantes ao maior parque ecológico da região. Eles visitaram o Parque Ecológico de Maracajá, onde desfrutaram de momentos agradáveis, realizaram trilhas ecológicas e conheceram as mais diferentes espécies de animais que lá estão. A meninada aprendeu, brincou e se divertiu muito no passeio. Confira as fotos desse inesquecível passeio.







Referência:Imagens -http://www.futurao.com.br/evento/aula-de-ecologia-alunos-visitam-parque-ecologico-de-maracaja

Reportagem:http://www.futurao.com.br/evento/aula-de-ecologia-alunos-visitam-parque-ecologico-de-maracaja

Colaboração da aluna Thamara Correa Rocha de Sousa

Reportagens

Livro com erros grosseiros de grafia é distribuído em escolas públicas

Material didático entregue para alunos em fase de alfabetização já havia passado pela análise do secretário de educação de Jundiaí, que é professor universitário.



Um livro didático com erros grosseiros de grafia foi entregue aos alunos do 2º ano do ensino fundamental, fase em que as crianças estão consolidando o processo de alfabetização. O material foi distribuído pela Secretaria de Educação de Jundiaí, cidade do interior de São Paulo.
No livro, o Estado do Acre ganha acento (Ácre), Minas Gerais é identificada como "Minas Gertais" e o Espírito Santo vem grafado como "Espíritu Santo". Além do problema ortográfico, a publicação ainda traz erros de geografia: os Estados do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Alagoas e Sergipe, além do Distrito Federal, não são identificados no mapa do Brasil.
O livro faz parte da Coleção Ciranda, produzida pelo grupo Mathema, e foi incorporado ao currículo da rede de Jundiaí neste ano. O material já havia passado pelo crivo do secretário de educação e vice-prefeito da cidade Durval Orlato (PT-SP) —- que também é professor universitário. O dirigente visitou escolas públicas no mês de março e numa dessas ocasiões declarou que a aquisição dos livros fazia parte de uma iniciativa para "garantir mais qualidade ao ensino". A compra do material didático fez parte do orçamento de 2013 e custou 2,4 milhões de reais aos cofres da cidade.

Veja mais em: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/livro-com-erros-grosseiros-de-grafia-e-distribuido-em-escolas-publicas




quarta-feira, 2 de abril de 2014

Com carinho!

Este blog foi criado por alunas da Pedagogia, destinado a professores do Ensino Fundamentam I - 1º ao 5º ano, com o intuito de auxiliar os professores tanto na aplicação, como no aprimoramento do trabalho pedagógico.

O Blog é composto dos seguintes tópicos: Projetos, Reportagens, Entrevistas, Aula-Fora, Filmes, Artes, Feira de Ciências, Sarau e Mensagens.

Portanto, professores, sejam bem vindos e fiquem à vontade.




                                                                                            Até Breve!!!